| Testemunho Impactante: Mulher criada por homossexual pede aos governos para protegerem o verdadeiro casamento |
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| Written by ACIPRENSA - Tradução Pr. Rodini Netto |
| Saturday, 22 May 2010 15:37 |
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Segundo informa o site ForumLibertas.org, Dawn Stefanowicz vive em Ontário, Canadá, com seu esposo de uma vida toda e seus dois filhos, que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial através do site www.dawnstefanowicz.com, onde ajuda a outras pessoas que, como ela, cresceram através da criação de um pai homossexual e foram criados neste estilo de vida.
Stefanowicz explica no site "como em sua infância esteve exposta às trocas de parceiras gays, praias nudistas e falta de afirmação de sua feminilidade, como isso feriu seu estilo de vida e a forma como cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas ao entorno de uma "família" gay, um estilo de "família" que ela não deseja para ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar. Seu testemunho: Em seus relatos, Stefanowicz explica que, devido a uma enfermidade grave de sua mãe, ela a deixou aos cuidades de seu pai homossexual ainda quando era uma criança pequena. "Estive exposta a um alto risco de enfermidades devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e àsnumerosas parceiras", relata. "Inclusive, quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava fazendo "cruising" buscando sexo anônimo. Cheguei a preocupar-me profundamente, a amar e entender com compaixão ao meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Desgraçadamente, foi abusado sexual e fisicamente por adultos ainda na infância. Devido a isso, viveu com depressão, problemas de autocontrole, explosões de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Intentava satisfazer sua necessidade pelo afeto do seu pai (por sua afirmação e atenção), através de relações promíscuas e transitórias. As (ex) companheiras de meu pai, com quem tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente reduzidas por causa da AIDS e o suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991", recorda-se. Segundo Stefanowciz, as "experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai, não me ensinaram o respeito pela moralidade, autoridade, matrimônio ou pelo amor paterno. Meu pai não me permitia falar dele, de seus companheiros, de sua vida e seus encontrso nessa subcultura, o que me deixavacom muito medo. Porque vivia em sua casa, tive que viver segundo as sua regras". "Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava de lado para estar vários dias com seus companheiros. Sua companheiras realmente não se interessavam por mim. Fui machucada pelos maus tratos domésticos homossexuais, as tentativas sexuais com menores e a perda das parceiras sexuais como se as pessoas fossem só para serem usadas. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos", afirmou. Stefanowicz recorda que "desde tenra idade, foi exposta a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando era criança. Estive exposta a manifestações de sexualidade de todo tipo, incluindo sexo em banheiros, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyerismo e exibicionismo. Citavam ainda o sadomasoquismo e mostravam alguns aspectos dele. As drogas e o álcool, frequentemente, contribuiam para diminuir as inibições nas relações de meu pai". "Meu pai apreciava o estilo unisex, os aspectos de gênero neutro, e a troca de roupas quando eu tinha 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementarias entre homem e mulher. Nem pensava sobre casamento. Fiz votos de nunca ter filho, porque não crescí num ambiente doméstico seguro, sacrificial, centrado nos filhos, assinala. As consquências "Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências extressantes, me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão seuxal. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha do que todos os outros membros da família também sofriam", disse Stefanowicz. Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como lhe afetou crescer neste ambiente. "Minha cura envolveu olhar diretamente a realidade, aceitando as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Você pode imaginar ser forçado a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde tenra idade e como isso afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, eu não podia falar publicamente sobre as minhas experiências ", explica ela. "No final, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do casamento legalmente constituído entre pessoas do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer às crianças inocentes e sem voz? Governos e tribunais devem defender o casamento entre homem e mulher e excluir todos as outras modalidades, para o bem dos nossos filhos ", concluiu. (Fonte original: ACIPRENSA - Tradução Pr. Rodini Netto) |
| Last Updated on Saturday, 22 May 2010 16:22 |








